COMPROMETIMENTO DOS PODERES

As políticas de combate às drogas devem ser focadas em três objetivos específicos: preventivo (educação e comportamento); de tratamento e assistência das dependências (saúde pública) e de contenção (policial e judicial). Para aplicar estas políticas, defendemos campanhas educativas, políticas de prevenção, criação de Centros de Tratamento e Assistência da Dependência Química, e a integração dos aparatos de contenção e judiciais. A instalação de Conselhos Municipais de Entorpecentes estruturados em três comissões independentes (prevenção, tratamento e contenção) pode facilitar as unidades federativas na aplicação de políticas defensivas e de contenção ao consumo de tráfico de drogas.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

VERMÍFUGO

Vermífugo indicado para animais é misturado na cocaína como aditivo.

WANDERLEY SOARES, REDE PAMPA, O SUL, 27 de Julho de 2011.

Peritos do IGP (Instituto-Geral de Perícias) constataram a presença de vermífugo em amostras de cocaína. Foi encontrada na droga a substância Levamisol, utilizada como medicamento antiparasitário. Embora a identificação dessa substância tenha sido realizada em janeiro deste ano, desde 2009, os peritos observavam, com regularidade, a presença de adulterante incomum na droga.

O Levamisol é um fármaco imunoestimulante e anti-helmíntico (que age contra a ocorrência de vermes). Nos EUA, o Levamisol foi empregado para o tratamento de câncer de cólon e artrite reumatoide, mas foi retirado do mercado devido aos seus efeitos adversos, entre os quais a agranulocitose, que é a diminuição dos glóbulos brancos.

Os peritos acreditam que o Levamisol esteja sendo utilizado como aditivo, devido ao fato de o produto gerado na sua biotransformação, o Aminorex, apresenta propriedades similares às da anfetamina, ter a possibilidade de potencializar os efeitos estimulantes cocaína.

Enfim, como leigo, digo que, para aqueles que abreviam a vida usando drogas, o Levamisol também é bom.

Tráfico

Um homem foi preso por tráfico de drogas durante a madrugada de ontem em Canoas. Conforme a Brigada Militar, José Adair da Rosa, que já tinha antecedentes criminais por tráfico, portava 33 pedras de crack, dez petecas de cocaína e uma porção de maconha.

terça-feira, 26 de julho de 2011

TRATAMENTO: OAB REAGE CONTRA INTERNAÇÃO OBRIGATÓRIA DE MENORES

Caminho polêmico. Internação obrigatória de menores viciados em crack provoca reações na OAB e em conselhos de enfermagem e assistência social - 25/07/2011 às 23h38m - Sérgio Ramalho.

RIO - Por trás da fumaça do crack, uma polêmica incendeia o debate em torno da internação compulsória de crianças e adolescentes dependentes da droga. De um lado, representantes de entidades de direitos humanos e dos conselhos regionais de enfermagem, assistência social e psicologia criticam a medida, classificada como "inconstitucional e de faxina da cidade". No outro extremo está o secretário municipal de Assistência Social, Rodrigo Bethlem, que taxa de demagogos os críticos da medida. A internação obrigatória, definida em comum acordo com o Ministério Público estadual e a Vara de Infância e Juventude, já levou 82 jovens dependentes para unidades de tratamento desde maio.

Para a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Margarida Pressburger, a portaria que instituiu o abrigo compulsório de jovens dependentes é inconstitucional. Mas sobretudo, na opinião dela, não garante tratamento adequado às crianças e aos adolescentes recolhidos nas ações conjuntas da prefeitura, com apoio das polícias Civil e Militar e da Guarda Municipal.

Margarida ressalta que, durante visita a um desses abrigos, o Casa Viva, em Laranjeiras, na última quinta-feira, descobriu que o espaço não conta com sala de aula ou área de lazer para os abrigados.

- Temos recebido ainda relatos sobre agressões sofridas por esses jovens dentro dos abrigos - afirma a presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB.

Ela afirma ter sido informada que os jovens passam boa parte do tempo medicados, com remédios de tarja preta e sem acompanhamento adequado.

- A visita foi agendada para receber a ministra dos Direitos Humanos e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria do Rosário. Na ocasião, a equipe de acompanhamento médico e psiquiátrico estava presente, mas um dos profissionais admitiu que foi contratado por uma ONG, que não soube dizer o nome, para fazer dois plantões semanais na Casa Viva - disse Margarida.

Estatuto é citado pelos dois lados

Margarida ressaltou que tanto a ministra Maria do Rosário quanto a secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem de Oliveira, são contrárias à medida que instituiu a internação compulsória. Em nota, a secretária Carmem Oliveira afirmou que a iniciativa fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Na tarde de segunda-feira, durante evento onde foi lançado na sede da OAB o manifesto "Recolher não é acolher", contra a internação compulsória, representantes de conselhos regionais apontaram outras irregularidades. A fiscal do Conselho Regional de Enfermagem, Kátia Calegaro, disse que, durante vistoria nos abrigos SerCriança e Bezerra de Menezes, em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste, não foram encontrados kits de reanimação e nenhum enfermeiro se responsabilizava pelo acompanhamento dos jovens.

- A existência desses kits é muito importante em casos de emergência, que podem acontecer devido a possíveis reações dos dependentes ao tratamento de desintoxicação. Nessas situações, por exemplo, o paciente pode apresentar uma parada cardiorrespiratória e, por isso, o abrigo tem que estar equipado com aparelhos para reanimar o paciente - justifica Karla.

A fiscal do Conselho Regional de Enfermagem relatou ainda casos de jovens dependentes que estariam recebendo medicamentos e seria necessário o acompanhamento médico e psiquiátrico por 24 horas.

O presidente do Conselho Regional de Assistência e Serviço Social, Charles Toniolo também criticou os métodos adotados a partir do protocolo que permite a internação compulsória de crianças e adolescentes dependentes em crack:

- Sabemos que esse é um problema sério. Mas não será com o confinamento de jovens em instituições inadequadas que a situação será solucionada - acredita.

O secretário Rodrigo Bethlem defende a iniciativa e ressalta que apenas crianças e adolescentes com histórico de uso compulsivo de crack - após análise de médicos e psiquiatras - são levados aos abrigos. Bethlem não esconde a irritação:

- São uns demagogos, que defendem o direito de ir e vir de crianças e adolescentes, que vivem abandonadas nas cracolândia. Ninguém faz nada por esses jovens enquanto estão jogados nas ruas. Estamos apenas cumprindo o dever de proteger esses jovens, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - afirma.

Bethlem acrescenta que desde de maio, quando foi instituído o novo Protocolo de Abordagem Social, que determina o abrigamento compulsório de jovens com alto grau de dependência química, apenas 82 das 245 crianças e adolescentes recolhidos foram levados aos quatro abrigos conveniados pela Secretaria municipal de Assistência Social. O número, segundo ele, derruba a tese de "faxina" ou "higienização" descrita pelos críticos.

O secretário ressalta que todo o trabalho vem sendo acompanhado por promotores e pela Vara de Infância e Juventude para evitar irregularidades e abusos contra os jovens levados a tratamento:

- Estamos lidando com um problema muito grave. Essas crianças e adolescentes chegam aos abrigos com uma série de problemas, além da própria dependência em crack. Entre os abrigados, por exemplo, há uma menina de 12 anos, que é soropositiva. Antes de ser recolhida, ela vivia pelas ruas. E, pelo que me consta, não recebia ajuda de ninguém. Agora, ela está sendo submetida a tratamento médico. Quem critica essa iniciativa não conhece uma pessoa com dependência em crack - diz ele.

Segundo Bethlem, atualmente a secretaria oferece 145 vagas, sendo 120 nos três Centros Especializados em Atendimento à Dependência Química, em Pedra de Guaratiba; e 25 na Casa Viva, em Laranjeiras.

COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Sempre respeitei as opiniões e posições da OAB, mas neste caos ela está equivocada.

É sabido que o Estado age com descaso nas questões da dependências, tanto nas ilícitas como nas lícitas. O Estado não aplica políticas de tratamento, não investe em centros de recuperação, não orienta, não previne e não presta assistência aos dependentes e suas famílias. Resta assim, a ação coativa da justiça para exigir do Estado a internação compulsória de crianças e adolescentes dependentes da droga em centros de saúde pública e prestação de serviços de orientação social e assistência aos familiares.

Agora, a OAB e as "entidades de direitos humanos e dos conselhos regionais de enfermagem, assistência social e psicologia" estão corretas em criticar ações descoordenadas e extremadas de um estado despreparado e demagogo tenta fazer sem que estrutura, condições e agentes preparados sejam oportunizados.

OVERDOSE DE MEDOS OU VISÃO REALISTA?


Susana Espíndola,jornalista, Zero Hora 26/07/2011

Sabe aquelas recomendações que pais e mães repetem à exaustão todos os dias e em especial todos os finais de semana? “Meu filho, te cuida, presta atenção nas companhias, te afasta do álcool, usa camisinha, as drogas são um caminho escuro e irreversível em direção ao nada”. São cuidados emitidos pela voz da precaução e recebidos pelos ouvidos do descrédito. Tiram o sono dos progenitores e detonam a paciência dos adolescentes. A morte de Amy Winehouse no último sábado – não por acaso um sábado – mostrou que o “não dá nada” é, lamentavelmente, uma presunção equivocada. Comprovou que o organismo humano é uma máquina frágil que exige cuidado permanente.

Foram os excessos de anos e anos que mutilaram o corpo frágil da cantora inglesa e levaram à sua morte aos 27 anos, idade em que as pessoas gozam, normalmente, de perfeita saúde e funcionamento pleno de todos os seus órgãos e sistemas. Até o mais cético dos jovens precisa render-se à evidência de que consequências existem, são graves. Aliás, fatais. A prepotência típica da faixa etária leva à crença de que sempre há um retorno possível, basta querer e a gente faz retroceder os malefícios, ideia comprometida quando se revê as fotos dramáticas desta jovem martirizada diante de microfones, holofotes, multidões e câmeras e televisão. Foi uma morte anunciada, mas ainda assim não deixa de chocar.

Álcool demais, drogas de todos os tipos, noites sem sono e dias de sono agitado, vestidos curtos demais, decotados demais, justos demais, companhias que magneticamente conduziam às profundezas do vício, toda esta desastrosa combinação acabou por desviar a atenção do inegável talento e por matar uma das mais belas vozes de algo que poderíamos classificar como um jazz do novo milênio. Não é o primeiro caso desta natureza e lamentavelmente não será o último. Nos anos 50, James Dean desafiou a velocidade e morreu aos 24 anos. Nos anos 70 e 80 tivemos os exemplos trágicos de Janis Joplin, Kurt Cobain e Jimi Hendrix. Mais recentemente, a morte de Michael Jackson evidenciou que a busca de outro corpo, do sucesso e de uma paz utópica cobram o seu preço.

Para os pais e fãs de Amy Winehouse, fica a lembrança de sua carreira. Para os jovens fica o ensinamento, tomara que redentor, de que uma vida desregrada é um caminho perigoso e muito possivelmente sem volta, não uma preocupação absurda de pais e mães superprotetoras.

A mensagem é que, pelo menos, sirva como um alerta: o perigo que se associa a este mundo marginal não é assombração, é concreto e precisa ser evitado. “Não dá nada?” Infelizmente, a verdade é que dá, sim. Talvez a própria morte.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

OPERAÇÃO CONJUNTA DESMANTELA DUAS QUADRILHAS DE TRÁFICO

Desmanteladas duas maiores quadrilhas de tráfico de Montenegro. Líderes foram presos em operação conjunta da BM e da Polícia Civil - CORREIO DO POVO, 20/07/2011 10:19

A operação Alley desmantelou as duas maiores quadrilhas de Motenegro, no Vale do Caí, nesta quarta-feira. Já foram presas 16 pessoas durante a ação que envolveu 45 policiais civis e mais de 40 militares. Entre os detidos, estão os dois líderes dos grupos, conhecidos como DJ e Garça, além de mulheres e um adolescente.

Segundo o coordenador da operação, delegado Marcelo Pereira, a investigação iniciou há três meses na Vila Beco, onde ocorriam diversos crimes. Ele disse que as duas quadrilhas eram originárias de uma só e que acabaram dividindo todo o tráfico na cidade. No entanto, os grupos seguiam colaborando um com o outro.

O líder de uma das facções, DJ, tem esse apelido, porque animava festas em casas noturnas, onde também vendida drogas. Na casa dele, foram apreendidos diversos CDs falsificados. Pereira lembrou que o homem já havia sido preso no ano passado por pirataria.

O delegado acrescentou que ambas quadrilhas recrutavam adolescentes para trabalhar no tráfico. Moradores de toda a região do Vale do Caí, incluindo Brochier e São Sebastião do Caí, se deslocavam para Montenegro para comprar crack e maconha. A droga era trazida do Vale do Sinos, conforme Pereira.

Foram cumpridos e apreensão e 17 de prisão e 20 de busca e apreensão. Os agentes apreenderam cerca de R$ 1 mil, crack, uma moto Honda, um Gol, computadores, agendas com a movimentação dos clientes, além de CDs pirata.

A operação ganhou o nome de Alley, que significa beco em inglês, porque as investigações iniciaram em um beco.

TRAFICANTE NOVATO E OUSADO PODE ESTAR AGINDO EM PORTO ALEGRE


Apreensão indicaria ingresso de novato - NILSON MARIANO, zero hora 20/07/2011

Polícia acredita que traficante se estabeleceria na Capital com 395 quilos de maconha
Um novo traficante de drogas, considerado ousado e com ramificações na zona produtora de maconha do Paraguai, pode estar agindo em Porto Alegre. O alerta soou na madrugada de ontem, quando 18 agentes do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) apreenderam, na zona sul da Capital, 395 quilos de maconha em uma casa abandonada.

Odiretor do Denarc, delegado Heliomar Franco, destaca que a apreensão surpreende por motivos além da quantidade. Grandes volumes de maconha já foram interceptados em rodovias ou na área rural, em sítios, mas não dentro da cidade. Via de regra, os tóxicos são partilhados antes de entrar na Capital, na estratégia dos traficantes de despistar a polícia e diminuir os prejuízos em caso de apreensão.

– É alguém novo, um brasileiro, que foi ousado ao estocar grande quantidade – avalia Franco.

A apreensão dos 395 quilos ocorreu às 5h da madrugada, na Avenida Juca Batista, dentro da Operação Guarani – o nome é referência a traficantes paraguaios que falam a língua indígena quando acertam negócios com os comparsas brasileiros. Quando as viaturas do Denarc chegaram à residência, ninguém escoltava a droga.

O delegado da 1ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (DIN) do Denarc, Mario Souza, diz que as investigações eram feitas desde março. Nos últimos dois dias, os policiais vigiavam a casa onde estava armazenada a maconha, mas não viram os traficantes. Eles podem ter desconfiado da presença policial e se escondido. Para garantir a prova do crime, o Denarc resolveu apreender o entorpecente.

– Não há perda nas investigações, porque conseguimos a materialidade do crime – diz Franco.

Jato de tinta em pacotes pode indicar procedência

A apreensão foi a primeira etapa. A segunda será ir atrás dos traficantes. Franco assegura que existem pistas, trata-se de uma quadrilha que atua há pelo menos uma década na Capital. Alguns têm antecedentes na Justiça. Nos últimos meses, teve o reforço do novo traficante.

– Tem gente nova. Vamos atrás dos suspeitos, são indivíduos astuciosos – aposta o delegado.

Avaliada em cerca de R$ 500 mil, a carga de maconha veio do Paraguai, desceu por Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina até entrar em Porto Alegre. Franco não sabe exatamente a rota rodoviária, mas acredita que veio em um só veículo. Embalada em diferentes tamanhos, tinha jatos de tinta azul e preta nos pacotes, o que pode indicar a procedência ou o destinatário. A suposição é de que seria distribuída exclusivamente na Zona Sul.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

DEPENDÊNCIA - JOVEM TROCA MOTO POR R$ 200 EM CRACK

Jovem troca moto de R$ 5.900 por R$ 200 em crack, em Passo Fundo. Veículo foi encontrado na casa de um traficante, que conseguiu fugir - Acácio Silva / Correio do Povo, 18/07/2011


Um jovem viciado em drogas trocou uma moto Honda Fan ano 2011, avaliada em R$ 5.900,00, por R$ 200 em pedras de crack, em Passo Fundo. Ele estava desaparecido havia dois dias e chegou em casa na manhã desta segunda-feira, sem a motocicleta.

A família já tinha registrado o desaparecimento do jovem e a moto foi recuperada no final da manhã por agentes da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Passo Fundo. Ele admitiu que havia vendido o veículo para um traficante da avenida Rio Grande, no bairro Valinho, na periferia da cidade. O jovem revelou também que havia passado dois dias na casa dele fumando crack.

O veículo foi encontrado na casa do traficante, mas ele conseguiu fugir, com drogas e uma arma, segundo informações de dois adolescentes que estavam no local. Na residência, os policiais encontraram a moto e o documento de transferência que o jovem havia assinado para o comprador, além de outros objetos como notebook, pequena quantia de cocaína e dinheiro. A delegada Daniela de Oliveira Mineto pediu a prisão preventiva do traficante.

sábado, 16 de julho de 2011

A MAIOR APREENSÃO DE DROGAS NA HISTÓRIA DE SÃO LUIZ GONZAGA NO RS

Polícia faz maior apreensão de drogas na história de São Luiz Gonzaga. Foram apreendidos 300 gramas de crack e 100 gramas de cocaína - ZERO HORA E RÁDIO GAÚCHA, 16/07/2011

Duas pessoas foram presas em flagrante na noite desta sexta-feira em São Luiz Gonzaga, nas Missões, após a apreensão de cerca de meio quilo de drogas — a maior da história da cidade, segundo a polícia.

Foram apreendidos 300 gramas de crack, o que renderia cerca de cinco mil pedras da droga, e 100 gramas de cocaína, que poderia ser dividida em até 300 "buchas". De acordo com a polícia, a droga apreendida renderia à associação criminosa aproximadamente R$ 25.000,00.

Conforme o delegado Rodrigo Montenegro Velho, uma mulher, de 33 anos, estaria levando a droga de Porto Alegre para revender na região. Abordada por policiais na estação rodoviária, em um ônibus que partiu de Cerro Largo, ela foi presa em flagrante.

O companheiro dela, que aguardava a chegada da droga em um taxi, também foi preso. Ele possui antecedentes por tráfico de drogas. O filho do casal havia sido preso em maio deste ano por tráfico de drogas.

Os dois foram encaminhados para presídio estadual de São Luiz Gonzaga.